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Mostrando postagens de janeiro, 2010

Sem pólo industrial e orçamento o governo tenta legitimar mega-siderúrgica em Anchieta

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Sem planejamento territorial, industrial e sem destinar praticamente nada da dotação orçamentário para Anchieta e região, o governador do ES  tenta jogar de democrático e age como o poderoso imperador. A criação do grupo de trabalho para analisar o estudo ambiental EIA-RIMA, envolvendo diversos órgãos do estado e de prefeituras da região de Anchieta é mais um ato para fazer dos impactos sociais e ambientais um embrulho para tentar esconder da sociedade, imprensa e Ministério Público o exorbitante aumento populacional da região, os impactos ambientais e sociais causados pelo alto consumo industrial de água do Benevente e o agravamento da poluição, bem como os diversos impactos subseqüentes. P ara o ilusório projeto siderúrgico, ainda tem o grave problema da retirada da comunidade TRADICIONAL de chapada do “A”, de DESCENDÊNCIA indígena. Ruínas construída pelos índios  Anchieta com 16 mil habitantes na área urbana jamais poderá ter em 7 ou 8 anos 100 mil habi...

Porto da Petrobras em Anchieta

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O porto da Petrobras na praia do além, próximo a comunidade de Ubú na cidade de Anchieta - ES está com os dias contados para sair do papel. A petrobras comprou uma área no município de Anchieta, vizinho de Guarapari, ao lado do porto de Ubu, onde a empresa Samarco é proprietária.  A Petrobras projeta para este porto a estruturação de uma base uma logística de transportes de equipamentos para ancoragem de plataformas da parte da Bacia de Campos. Dois grandes problemas não entraram na conta do projeto do Porto, o impácto à pesca local e o provável desaparecimento da única área de lazer dos surfista de todo o sul do ES. É dito como certa uma ação judicial em busca da defesa do meio ambiente de trabalho e cultural por parte de um grupo de usúarios da área. O numero de emprego temporário no pico pode utrapassar a 3500 e pode ser contruido na mesma ápoca da construção da 4 usina da Samarco, que na prática pode gerar 7 mil emprego no pico de construção, tal c...

HAITI - amanhã poderá ser AQUÍ

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Há diversas maneiras de ajudar as vítimas do terremoto que atingiu o Haiti. A Caixa Econômica Federal lançou uma campanha de ajuda às vítimas do terremoto no Haiti. Os dados da conta para doação são: agência 0647, operação 003, conta: 600-1 em nome do PNUD - Haiti. Não existe valor mínimo ou máximo para as doações. Os depósitos podem ser realizados em toda a rede da Caixa. As doações serão encaminhadas para o Programa Mundial de Alimentação (PMA) da Organização das Nações Unidas (ONU) e para o Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assistência Humanitária (OCHA, sigla em inglês). A ONG Viva Rio, que atua desde 2004 no país caribenho, também abriu uma conta-corrente para quem quer fazer doações às vítimas. Os dados da conta para doação são: ONG Viva Rio, Banco do Brasil, agência: 1769-8, conta: 5113-8. A ONG brasileira afirma que sua sede em Porto Príncipe, capital do Haiti, está abrigando cerca de 8.000 pessoas que perderam suas casas. Outra forma d...

O QUE VOCÊ VAI GANHAR COM A SIDERÚRGICA?

Se o que estiver reservado para Anchieta, sul do Estado, com a instalação do novo projeto da Vale, for próximo àquilo que tem ocorrido no Rio de Janeiro, com a Companhia Siderúrgica do Atlântico (TKCSA) – parceria entre a Vale e a alemã Thyssen Krupp –, os capixabas podem se preparar para o pior. A intenção é tornar os dois empreendimentos os maiores do mundo, com produção de 5 milhões de toneladas de aço por ano. Por aqui, o processo ainda está começando. Mas, na capital fluminense, não cessam os impactos ambientais e sociais, desde 2006, quando começaram as obras da siderúrgica. No estado vizinho, já são cerca de 27 mil os trabalhadores temporários ( QUE SERÃO DEMITIDOS E IRÃO PARA ONDE ? ), atraídos pelas falsas promessas de emprego, que serão utilizados somente na fase de construção. Demitidos, obviamente engrossarão as favelas da cidade, aumentando os índices de criminalidade. Preocupações que as entidades do sul do Estado não cansam de destacar, lembrando que Anchieta tem 16 m...

Ministério Público “age” em Anchieta. Mas Favela cresce...

“Agiu sem comprometimento o Promotor.” Foi o que aconteceu em Anchieta no fim de 2009. O Promotor de meio ambiente “Agiu sem comprometimento...” disse uma moradora do bairro próximo à invasão. Foi além, sem querer aparecer, M. A. C., relatou: “ o prefeito de Anchieta (Edival) apóia essa pouca vergonha, mas quem perde é agente. Minha casa foi arrombada duas vezes, agora coloquei cerca elétrica”, ela continuou: “na invasão ele (prefeito) constrói creche e tudo mais, agora aqui nunca fez nada, isso é porque lá tem voto fácil” comentou indignada. A favela em questão é conhecida por Ponta da Lagoa, na chegada de Anchieta. Em agosto de 2009 este local foi repentinamente ocupado por dezenas de Barracos, a grande maioria com dimensão três x 4 metros, e o que chamou atenção é que foi dias após o divulgação do projeto siderúrgico da Vale. O Ministério Público conseguiu a demolição de três ou quatro casas, mas relatou a moradora do bairro vizinho que no primeiro final de semana posterior a demo...