Vale planeja investir em projetos de siderurgia
A Vale, maior produtora de minério de ferro, planeja investir em projetos de siderurgia no Brasil. O objetivo é garantir uma segurança para a demanda futura pelo mineral, disse Murilo Ferreira, presidente da Vale, em conferência com analistas do mercado financeiro.
"Por meio desses projetos podemos criar uma demanda cativa pelo nosso minério de ferro. Estimamos ter aproximadamente 230 milhões de toneladas de minério de ferro provenientes de Carajás no futuro. Hoje a produção atual de Carajás é da ordem de 100 milhões de toneladas. É impossível construir um novo Carajás, sem conhecer a demanda da comunidade", disse Murilo Ferreira, presidente da Vale, em conferência com analistas do mercado financeiro.
Ferreira lembrou que há incertezas quanto ao futuro: "As siderúrgicas no Brasil não investem em aço, tentam ser mineradoras. Hoje podemos ficar aqui e todo mundo virá comprar nosso minério de ferro, mas não sabemos como será no futuro. É muito importante reconquistar a fatia de mercado que perdemos no Brasil".
Em relação aos investimentos, a Vale enfrenta dificuldades em cumprir o plano de 2011. Nos primeiros seis meses deste ano, só gastou 28% dos US$ 24 bilhões previstos para 2011. A empresa disse que alguns projetos estão atrasados e devem ficar prontos apenas em 2012. Essa preocupação já vem sendo apontada pela empresa desde o fim do primeiro trimestre deste ano.
Em relatório, a mineradora citou que a mina de cobre Salobo, em Carajás, teve seu orçamento aumentado de US$ 1,808 para bilhão US$ 2,332 bilhões . Onça Puma subiu de US$ 2,841 bilhões para US$ 3,168 bilhões. Já Estreito, usina hidrelétrica no nordeste do Brasil, na fronteira entre Maranhão e Tocantins, passou de US$ 703 milhões para US$ 878 milhões. "O plano de investimentos de 2011 continua o mesmo, sei que estamos muito longe do nosso target", disse Ferreira.
Fonte: Agência O Globo
"Por meio desses projetos podemos criar uma demanda cativa pelo nosso minério de ferro. Estimamos ter aproximadamente 230 milhões de toneladas de minério de ferro provenientes de Carajás no futuro. Hoje a produção atual de Carajás é da ordem de 100 milhões de toneladas. É impossível construir um novo Carajás, sem conhecer a demanda da comunidade", disse Murilo Ferreira, presidente da Vale, em conferência com analistas do mercado financeiro.
Ferreira lembrou que há incertezas quanto ao futuro: "As siderúrgicas no Brasil não investem em aço, tentam ser mineradoras. Hoje podemos ficar aqui e todo mundo virá comprar nosso minério de ferro, mas não sabemos como será no futuro. É muito importante reconquistar a fatia de mercado que perdemos no Brasil".
Em relação aos investimentos, a Vale enfrenta dificuldades em cumprir o plano de 2011. Nos primeiros seis meses deste ano, só gastou 28% dos US$ 24 bilhões previstos para 2011. A empresa disse que alguns projetos estão atrasados e devem ficar prontos apenas em 2012. Essa preocupação já vem sendo apontada pela empresa desde o fim do primeiro trimestre deste ano.
Em relatório, a mineradora citou que a mina de cobre Salobo, em Carajás, teve seu orçamento aumentado de US$ 1,808 para bilhão US$ 2,332 bilhões . Onça Puma subiu de US$ 2,841 bilhões para US$ 3,168 bilhões. Já Estreito, usina hidrelétrica no nordeste do Brasil, na fronteira entre Maranhão e Tocantins, passou de US$ 703 milhões para US$ 878 milhões. "O plano de investimentos de 2011 continua o mesmo, sei que estamos muito longe do nosso target", disse Ferreira.
Fonte: Agência O Globo
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